Surfando a Montanha
Visando diversificar minha evolução em boardsports através do Yôga, estarei em uma temporada de snowboard entre 17 de julho e 17 de setembro de 2007, mais precisamente no Cerro Chapelco em San Martín de Los Andes , Patagônia Argentina.

Tal como o surf o snowboard é um boarding sport, por esta razão é possível definir que praticar Snow (como é popularmente conhecido) é como surfar a montanha. Você encara a montanha como uma onda estática a sua espera, que após ser surfada por extensões de até 5km, ainda lhe oferece o lift, ou seja uma carona montanha acima sentadinho num teleférico. Para mim, nessa hora é um dos momentos para se aplicar o Yôga. Cada vez que sento nas cadeiras para iniciar o lift montanha acima, pratico pránáyáma, que é a técnica respiratória do Yôga e implica na captação e expansão do prána. Como diz o Mestre DeRose, em seu Tratado de Yôga: “Prána é o nome genérico pelo qual o Yôga designa qualquer tipo de energia de origem solar, mas podendo manifestar-se após a metabolização, ou seja indiretamente, sendo então absorvido do ar, da água ou dos alimentos. O prána é visível. Num dia de sol, faça pránáyáma e fixe o olhar no vazio azul do céu. Aguarde. Assim que o aparato da visão se acomodar você começará a enxergar miríades de minúsculos pontos brilhantes incrivelmente dinâmicos, que cintilam descrevendo rápidos movimentos circulares e sinuosos. Ao executar seus respiratórios, mentalize que está absorvendo essa imagem de energia.”

Cabe lembrar que o ar da montanha é o mais puro do planeta, portanto o prána mais refinado que podemos desfrutar. (É importante observar aqui que certos respiratórios não são aconselháveis em regiões muito altas, consulte sempre seu instrutor). Então sente-se e “enjoy the ride“, respirando de forma completa (prána kriya), que é a respiração mais importante do Yôga. Inspire lenta e conscientemente pelas narinas, expandindo as regiões abdominal , intercostal e torácica. Em seguida expire da mesma forma pelo caminho inverso. Comprimindo primeiro o tórax, depois as costelas e por último o abdômen. Curtindo este respiratório enquanto desfruta da paisagem montanha acima, inclusive podendo até vislumbrar o prána, no azul infinito do céu das montanhas.

Você pode incrementar o respiratório descrito acima colocando ritmo em cada fase e acrescentando as retenções. Inspirando em um determinado tempo (por ex:. 4 seg.), retendo o ar nos pulmões o mesmo tempo, expirando (em 4 seg.) e ficando sem ar outros 4 seg. Com ritmo sua respiração se torna mais lenta e respirações lentas estão diretamente associadas ao controle das emoções, concentração, qualidade de vida e longevidade. Ou seja mais temporadas de Yôga’n Snow!

Segundo o professor de Swásthya Yôga, Pedroca de Castro, diretor da Unidade Lagoa, em Floripa, dentro de todos os esportes de ação de alta performance, o surf é um dos que mais está intimamente vinculado ao Yôga, desde sua origem. Os primeiros habitantes da Índia foram os polinésios, justamente os primeiros praticantes de surf.

Além disso, o Swásthya Yôga possui uma divisão de técnicas que desenvolvem a musculatura de forma extremamente harmoniosa, conferindo domínio até de músculos considerados involuntários, que contribui para uma performance superior no esporte. E ainda garante uma proverbial flexibilidade articular e muscular, obtidas mediante a eliminação de tensões localizadas, a conscientização de grupos musculares e as permanências maiores no ponto culminante de solicitação.

Se você não quiser experimentar o Yôga, por ter alguma espécie de preconceito, lembre-se de que outros desportistas não estão tendo reserva alguma e vieram aliar o Yôga ao esporte. Somente para citar alguns praticantes de Swásthya Yôga que fazem parte da elite dos atletas de alta performance, de competição, temos os atletas Andréas Eduardo, Guilherme Herdy, Soraia Rocha e muitos outros que procuram melhor desempenho na hora das competições.

As práticas do Yôga contribuem para a realização de suas atividades com maior consciência, concentração, determinação e força de vontade. Características estas que o Swásthya Yôga propõe a cada dia através de sua prática básica:

1 mudrá: gestos reflexológicos feitos com as mãos;
2 pujá: retribuição de energia;
3 mantra: vocalização de sons e ultra sons;
4 pránáyáma: expansão da bioenergia através de exercícios respiratórios;
5 kriyá: atividade de purificação das mucosas;
6 ásanas: posições físicas e psicofísicas;
7 yôganidrá: técnicas de descontração;
8 samyama: concentração, meditação e samádhi.

Porém, como conclui o professor Pedroca, todos esses efeitos são apenas migalhas que caem da mesa do grande banquete que é o samádhi. Significa o estado de hiperconsciência que só pode ser atingido através do Yôga de alta performance praticado no seu dia a- dia. Para maiores informações sobre as técnicas e os efeitos do Swásthya Yôga uma boa pedida é o livro ¨Tudo Sobre o Yôga ¨, do Mestre De Rose, do qual foram incluídos alguns trechos deste artigo.

Após um dia cheio de atividades, esportes e movimento, nada melhor do que relaxar. Confira as dicas de Anahi Flores, instrutora do Método DeRose:

Antigamente, Yôga e relax no tinham uma relação entre si. O Yôga sempre foi associado à força, poder e energía. No entanto, como as técnicas ancestrais proporcionam ferramentas para uma melhor administração do stress, na atualidade, muitos associam esta filosofia com um estado de descontração pleno. Essa não é a nossa intenção, mas somente aproveitar algunas técnicas milenares para a vida diária contemporânea.

Em Diez propuestas de relax para llevar en el bolsillo veremos como pequenos detalhes de uma filosofia, podem ser colocadas em prática a qualquer momento. Para aprofundar mais este tema, você pode ler Relax, permanezca despierto y lúcido, desta autora. E se gostar do que encontrar nestas páginas, recomendamos inteirar-se dos demais livros da cultura SwáSthya, onde poderá conhecer outros aspectos do mundo do Yôga Antiguo.

Para realizar de pé

A seguir, uma série de técnicas para realizar de pé. Lembre que não é necessário fazê-las todas juntas, mas alternando-as de acordo com a situação e as próprias preferências. O mesmo vale para os seguintes conjuntos de técnicas. Podem ser feitos com sapatos, se estiver no meio de um dia de trabalho, ainda que o melhor seja ficar descalço e apoiar a planta dos pés no solo.

1 Afaste um pé do outro de aproximadamente à distância de suas duas mãos extendidas. Comece a balancar o corpo em direção de ambos lados. Permita que mãos e braços se deixem levar pelo movimento de forma tal que parecerão a tromba de um elefante balançando-se. Não por acaso, esta técnica em sánscrito leva o nome de hastinásana (hastina se traduze como elefante e ásana significa técnica corporal). A pesar de conhecer seu significado, no Yôga Antigo não nos preocupamos pela tradução de cada técnica, posto que é mais interesante conhecer seus nomes originais, assim como no ballet os nomes das técnicas são mantidas em francês.

Perceba como as tensões da coluna vertebral vão se dissipando por seus ombros e braços, até que finalmente se desprendem de seu corpo através das mãos.

Realize hastinásana durante três minutos, sem interromper.

2 Da mesma forma que na técnica anterior, afaste um pé do outro aproximadamente à distância de suas duas mãos extendidas. No Yôga, tanto a inspiração como a exalação devem ser nasais e há una regra geral de respiração que diz que todo movimento para cima se faz inspirando e para baixo exalando. Em pé, eleve ambos braços extendendo-os para frente, com as mãosentrelaçadas. Sincronizadamente, os calcanhares se elevarão do solo ao máximo. É importante que ambos movimentos sejam realizados ao mesmo tempo e acompanhados por uma única inspiração. Permaneça tracionando a coluna enquanto mantém os pulmões cheios de ar. Ao precisar exalar, solte as mãos e abaixe lateralmente ambos braços até que as mãos toquem a quadris. Sincronizadamente, abaixe os calcanhares até apoiá-los no solo. O movimento de descida se fará con uma única exalação.

Realize talásana só uma vez, permancendo o máximo de tempo possível no ponto culminante da técnica. Não repita.

Yôga é 10 porque te dá energia, consciência corporal, alongamento, vitalidade e bem estar.
Yôga é mais que uma técnica, é atitude. Não é apenas fazer uma aula com hora marcada, mas sim aprender a aproveitar plenamente o momento. E como é difícil aproveitar o momento! Aprender a olhar para dentro, tomar consciência, desenvolver energia e foco é parte do
Yôga.

Mas é o somatório de tudo isso que faz a diferença. Respirar amplamente, sentar de maneira correta, andar com boa postura, alimentar-se de forma saudável e dormir direito são conseqüências secundárias.

Viver de maneira mais consciente é a grande conquista. Yôga é cultura, é consciência, é respeito, Yôga é 10.

Esportistas


Você deseja aumentar seu desempenho nos esportes e reduzir o risco de lesões?

O número de esportistas que praticam Yôga cresce a cada ano.

O Yôga através dos respiratórios conscientes e outras técnicas, contribui para a redução do desgaste das competições e ajuda a manter a mente mais focada. Grandes campeões como Rickson Gracie, Tiger Woods, Guga, Vênus Willians, e muitos outros aprenderam a integrar os efeitos do Yôga ao seu esporte predileto.

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Demonstração de coreografia do Método DeRose da Instrutora da Uni-Yôga Unidade Sede DeCana, Yael Barcesat – Argentina – Buenos Aires.

Não deixe de assistir, a Instrutora Yael tem nível profissional em demonstradora de coreografia do Método DeROSE.

 

 

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O titulo já diz tudo: selecionamos jogadas incríveis de basquete! Confira:

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Um surfista que respira Yôga, ou um yôgi que respira surf. Talvez esta seja a definição perfeita para Pedroca de Castro. Carioca de alma catarina que já se aventurou em ondas nos quatros cantos do planeta. As viagens assim como o surf e o Yôga sempre estiveram presentes na vida de Pedroca.

Professor do Método DeROSE, Pedroca de Castro surfando

Nas águas de Ipanema, praia onde passava os dias de verão do nascer ao pôr-do-sol pegou sua primeira onda. Foi em 1972, anos dourados para quem viveu a zona sul do Rio de Janeiro. Mas no Oceano Índico, mais precisamente em maio de 1978, diante da magnitude de Jeffreys Bay, que despertou para a prática do Yôga. Foi diante de uma das ondas mais perfeitas do mundo, que percebeu a importância destas duas filosofias práticas de vida, que há três décadas vem norteando sua existência.

Da mesma forma que os surfistas seguem as ondulações, os yôgins seguem sua onda interior. Ainda em 1978 quando voltou ao Brasil, iniciou-se na prática do SwáSthya Yôga em Florianópolis, e em 1981 formou-se instrutor desta nobre filosofia em curso ministrado pelo professor DeRose na Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC.

Professor do Método DeROSE Pedroca de Castro fazendo sua prática diária de YôgaEm 1999 especializou-se em yôga para atletas e desde 2002, é membro do conselho fundador do Centro Desportivo e Cultural Aragua na Praia Mole, em Florianópolis. Um centro de treinamento pioneiro no Brasil e no mundo, preparando boardriders e atletas de ponta para alta performance nos seus esportes com as técnicas do Yôga Antigo.

Dentre os seus alunos mais ilustres, passaram Guga Küerten (tênis), Kelly Slater (surf), Kauli Seadi (windsurf), Soraia Rocha (body board), além de muitos outros atletas campeões mundiais.

Quer saber mais sobre a história de Pedroca de Castro? Então acesse o blog Yôga & Surf clicando AQUI.

Fonte: http://www.pedrocadecastro.com/

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Apresentação de coreografia do Método DeRose na rede Tv. Programa do Arthur Veríssimo. acesse no site da emissora: http://www.redetv.com.br/
TODOS OS DIREIROS RESERVADOS – REDE TV
Lembrando: é Yôga.

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Ensaios exaustivos, banco de dados com o perfil dos eleitores do COI e um pelotão de especialistas estrangeiros. Os bastidores da estratégia brasileira para ganhar a disputa pela Olimpíada de 2016.

No dia 2 de outubro, assim que o presidente do Comitê Olímpico Internacional, Jacques Rogge, anunciou que o Rio de Janeiro havia sido escolhido para sediar os Jogos de 2016, representantes da candidatura carioca irromperam em choro e abraços, enquanto um coro puxava os primeiros versos de Cidade Maravilhosa. Quem viveu os meses anteriores à decisão, anunciada em Copenhague, na Dinamarca, sabe que a reação dos brasileiros foi, provavelmente, o momento mais espontâneo de uma jornada que havia começado dois anos antes. Escaldados pela derrota nas duas tentativas anteriores, os representantes do Rio entenderam que para vencer a mais complexa e cara eleição esportiva do mundo era preciso uma estratégia eficaz, muita disciplina — e, talvez o mais complicado quando se trata de brasileiros, nenhum improviso. Para levar a Copenhague uma campanha com toques de profissionalismo empresarial, o Brasil contratou um pelotão de consultores internacionais com anos de convivência com a “família olímpica” para dizer exatamente o que deveria ser feito. Duas mil horas de ensaios, 1 000 horas de voo e 100 milhões de reais depois, ficou provado que ganhar o direito de fazer uma Olimpíada definitivamente não é tarefa para amadores.

Comemoração

Comemoração

A razão para tamanha disputa é muito clara. Sediar os Jogos Olímpicos é provavelmente a maior oportunidade de expor uma marca ao mundo — e atrair um incrível manancial de negócios. Os Jogos de Pequim, em 2008, foram assistidos na TV por 4,4 bilhões de pessoas. Empresas como Adidas, Coca-Cola e McDonald’s pagaram 80 milhões de dólares cada uma para associar sua imagem ao evento. No Rio, estima-se que sejam arrecadados algo como 2,5 bilhões de reais com patrocínio, licenciamento de marcas e venda de ingressos. O investimento necessário para realizar os Jogos é estimado em 14,4 bilhões de reais — segundo um estudo da Universidade de São Paulo, até 100 bilhões de reais poderão ser injetados na economia brasileira. Se bem administrada, uma Olimpíada pode significar ainda a revitalização de uma metrópole, como ocorreu com Barcelona em 1992.

Método DeROSE - Tabela Olímpiadas 2016Uma das etapas cruciais da campanha brasileira foi a aproximação com os eleitores do Comitê Olímpico Internacional — um grupo de 106 personalidades de 75 países –, reis, rainhas, xeques e empresários multibilionários, além, é claro, de ex-atletas. “É uma gente que gosta de se sentir especial”, diz o secretário-geral do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), Carlos Roberto Osório. Para ganhar o voto desse pessoal, o comitê seguiu o exemplo do britânico Mike Lee, responsável pela campanha vitoriosa de Londres para os Jogos de 2012 e contratado pelo COB 18 meses atrás. Assim como ele fez na campanha londrina, foi montado um banco de dados com o perfil detalhado de cada votante — incluindo dados pessoais, aniversário de cônjuge e filhos, esporte preferido e hobbies. “Nessa eleição o que conta é relacionamento”, afirmou Lee, em entrevista a EXAME. Ficou decidido também que, se o objetivo era fazer amigos e influenciar pessoas, o melhor seria não recorrer a lobistas profissionais. O próprio Carlos Alberto Nuzman, presidente do COB, e outros quatro executivos do comitê fizeram a maioria dos contatos com os eleitores. Para dar apoio nessa maratona de visitas, foram chamadas celebridades esportivas, como Pelé e a velejadora Isabel Swan.

fonte: http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0954/marketing/campanha-matadora-505375.html

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Em tempos de consciência ambiental, uma empresa americana lança uma linha de bicicletas que tem a pretensão de agradar a todo tipo de consumidor – dos entregadores de rua chineses a executivos europeus.

Método DeROSE - Specialized

A marca americana Specialized tornou-se famosa no mundo pela criação de algumas das bicicletas mais sofisticadas para a prática de modalidades de competição como mountain bike e BMX. Os negócios iam bem. Mas os executivos da empresa perceberam que poderiam ir melhor se conseguissem colocar no mercado um produto que estivesse sintonizado com duas enormes tendências – a globalização e a preocupação ambiental. No último ano, a Specialized se envolveu no desenvolvimento de uma bicicleta acessível e que pudesse ser utilizada em cidades de todas as partes do mundo, não importando a topografia ou o perfil do ciclista. Seis designers e engenheiros participaram dos trabalhos, que incluíram viagens por diversos países e a observação dos hábitos de transporte de um público que ia dos entregadores de rua chineses aos ciclistas que rodam pelas ruas de Copenhague e Paris.

Da junção de desejos e necessidades surgiu uma nova linha de bicicletas, a Globe, com seis modelos e preços variando de 300 a 1 500 dólares. As vendas começaram em setembro nos Estados Unidos. No Brasil, o produto chegou com preços a partir de 2 200 reais. “As atenções da indústria sempre estiveram voltadas para as bicicletas de competição, mas quem apenas quer ir ao trabalho ou ao supermercado não precisa de uma Ferrari”, diz o gerente de marca Robin Sansom, um dos responsáveis pela recém-criada divisão Globe

Fonte: http://portalexame.abril.com.br

Método DeROSE - Specialized linha feminina

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